Saiba os motivos que levaram o médico José Carlos Evangelista a pedir demissão da Secretaria de Saúde


Em apenas quatro linhas o ex-secretário de Saúde de João Pessoa, José Carlos Evangelista, resumiu ao prefeito Luciano Cartaxo os motivos que o levaram a pedir demissão do cargo, uma semana após assumir a pasta. O Portal MaisPB mostra as razões que tornaram insustentável a permanência do médico na gestão Cartaxo.
Oriundo da iniciativa privada, José Carlos afirmou não ter encontrado condições técnicas suficientes para executar o trabalho que havia projetado.
O ex-secretário considerou o quadro da Saúde municipal deficitário e destacou não ter equipe técnica suficiente para desenvolver seus projetos para a cidade. Em tese, José Carlos ficou surpreso diante da grande demanda e da estrutura deficiente para solução dos problemas, em comparação com a iniciativa privada.
Conflitos internos
Vários conflitos internos contribuíram para que o médico apresentasse seu pedido de demissão ao prefeito. José Carlos tinha a pretensão de nomear assessores que já haviam integrado a equipe da ex-secretária Aleuda Sá, que também pediu demissão poucos meses após ser nomeada para o cargo.
No entanto, a equipe que havia trabalhado com Aleuda possui um histórico de confrontos internos com outros integrantes da equipe da Saúde Municipal e a nomeação deles traria de volta para a Prefeitura os mesmos embates existentes anteriormente.
Ao deixar a gestão Cartaxo, em janeiro do ano passado, a própria Aleuda Sá fez uma série de críticas às deficiências da administração na área da saúde.
Luciano Cartaxo pondera
Ao receber o pedido de demissão, Luciano Cartaxo tentou convencer José Carlos a continuar comandado a Saúde Municipal e sugeriu ao ex-secretário que mantivesse a atual equipe, continuasse executando os serviços e avaliando os resultados, mas recebeu a negativa do médico.
Para tentar solucionar o impasse, Cartaxo convocou uma reunião com o vice-prefeito, Manoel Junior (PMDB), que indicou José Carlos para o cargo.
A gota d’agua
A situação se tornou insustentável quando José Carlos nomeou para a Diretoria Jurídica da Secretaria de Saúde um advogado que representa pelo menos duas grandes empresas de produtos hospitalares em ações contra a Prefeitura.
A empresas inclusive processaram o secretário anterior,  Adalberto Fulgêncio.

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